sexta-feira, 11 de novembro de 2016

M'eus Demônios

Esses meus,
E tão somente meus
Demônios
Carrego por onde for

Para o que tiver de ser
Tudo será
Pois ser, não sei.
O que sou?

Mas sou,
E tudo acontece!

Até mesmo o nada
E até nada

É alguma 'coisa'...

O nada pode ser fuga
Falta de identificação
O lado o outro
O grito o sopro

Suspiro...

Respiro forte por boca
Que dela nada expressa
E a mente vooa

Como expelir isso,
Quem me perdoa?
Será que d'eus é atoa
Ou está na adrenalina

Esses meus "demônios"
Simplesmente sou eu's
Dentro de mim um infinito
Toda infinidade de seres

M'eus demônios

O que andam desejando?




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